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Ainda Tem Etiqueta

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Casinha nova

por Francisca, em 27.03.15

Daqui a pouco vou buscar a chave e entregar os documentos para o senhorio fazer o contrato. Eu estou ansiosa por aquele momento em que vou estar sentada no hall feliz e descansada com a chave na mão. De preferência com os móveis todos montados.

Ajustes

por Francisca, em 27.03.15

Conversámos com calma. Ficou decidido que não íamos avançar com a compra da casa. Nos próximos anos vamos poupar dinheiro e é nisso que vamos ficar focados. O meu senhorio diz que nos oferece o valor da caução mas não nos pode baixar a renda. Menos mal. Já meti várias coisas em caixas, tenho a casa antiga cheia de caixas. Tantos livros, meu deus. Metade vai ter de ficar na casa da minha mãe. Assim como a roupa e porcarias. Tanta tralha, meu deus. Segunda começamos a tratar da água e luz. Hoje começamos a levar a tralha para a casa nova. Temos até terça para tratar de tudo. Outra coisa, a minha mobília não vai caber na casa nova.  Ah, andei a ver frigorificos e fogões. Será cerca de 700 euros em compras. E este frio na barriga?

Ontem de tarde recebi um telefonema da coordenadora do berçário do meu filho, questionou-me sobre o caso do meu filho passar para outra casa já dia 6. Tudo bem, será mais fácil para nós. Só estou a estranhar o facto da sala com 16 bebés ter apenas uma auxiliar, para além da educadora. Aproveitei o telefonema para pedir uma reunião sobre o valor da mensalidade. As despesas aumentaram e não consigo pagar aquele valor. Terça vou ter a dita reunião e conhecer a nova sala do meu filho. 

 

Vou mudar de casa e estou em pânico

por Francisca, em 26.03.15

Como tinha contado antes, andava a comprar casa mas devido a falta de verbas para avançar com a compra a casa acabou por ser vendida por alguém com dinheiro. Normal. Desistimos da compra e começámos a procurar outra casa para comprar. Entretanto, as coisas estão a andar, pois a casa é financiada pelo banco, então as coisas são um bocadinho mais rápidas (só que não!). Entre um período e outro andávamos a procurar casa para arrendar porque tínhamos de sair desta casa onde estamos actualmente. Problemas atrás de problemas. Casas na zona não existem t3. E como vivo com o meu sogro, a ideia era um t3. Pensámos muar de terrinha. O que ia dar cabo da minha vida, hábitos, rotina e dinheiro. Foi colocada outra opção em cima da mesa. Uma soluçção que nos deixa triste mas tem mesmo de ser. O sogro terá de ir para casa de ouro filho enquanto não compramos casa ou arranjamos outro t3. Hoje de manhã fomos ver um t2, chega bem para mim, marido e filho. Não é a melhor casa do mundo, mas foi a renda mais barata que encontrámos no lugar onde queremos. Está a ser uma correria, tenho uma casa inteira para colocar dentro de caixa e uma vontade enorme de chorar e desaparecer. Mais dinheiro em contratos de água e luz. Para além disso, a casa é antiga, não tem electrodomesticos nem guarda-roupa. Lá vou ter de ir ao ikea. Não pensem que a gastadora está feliz com isto tudo. Não estou. Pelo contrário. 

Quem é vivo sempre aparece

por Francisca, em 09.03.15

Voltei, venho actualizar o blog mais morto do que vivo, mais pobre do que poupado.

Não conseguimos comprar casa. Foi uma tremenda desilusão. O banco aprovou tudo. Festejámos. Entretanto, voltou com a palavra atrás e pediu 10% para a entrada. Óbvio que não tínhamos. Ficou tudo cancelado. E nós, devastados com a notícia. Não contávamos. Foram expectativas, sonhos, projectos... Estas coisas acabam por dar cabo do bem estar do casal. No nosso caso, acabou por trazer mau ambiente para casa. Ficámos a saber de tudo uma semana antes do aniversário da criança. E espírito para festas? Nenhum. 

 

Quanto à festa, correu super bem. Fomos buscar alegria não sei onde e acabou por correr tudo bem, os convidados adoraram. Contudo, acho que bem organizada eu teria feito a comida e poupado 300 euros. Mas não, fui casmurra, não queria ter trabalho. A comida sobrou, mas as coisas que a organizadora da festa fez não foram nada de especial. Coisas muito simples. O que chamou mais atenção foi o bolo principal, em forma de tambor. Mas já está. 

 

Recebi duas cartas das finanças. Farta deles até aos olhos. Tenho os selos do carro em atraso. 

 

Não sei se vou conseguir poupar alguma coisa de jeito este mês. Pelo menos cinquenta euros gostava de colocar de lado, mas está complicado. 

 

Andamos a procurar casa para alugar. Um T3, com alguma mobília (ex. fogão). Tem de ser um T3 porque o meu sogro vive convosco. Enfim, é a vida que temos. Não há mais nada para dificultar? Não estamos a conseguir encontrar casa, temos visto somente T2 com quartos para anões. 

 

Vendi o iPhone mas não consegui vender mais nada. Também não andava com cabeça para nada. 

 

Ontem sentia-me feliz, hoje nem tanto. Às vezes, tenho vontade de bater com a cabeça na parede e dar-me chapadas. Porquê que eu não poupei dinheiro na minha vida? Agora estou a pagar por tudo. 

 

Março vai ser enorme. Já gastei 120 euros em comida. Paguei o berçário. Vou pagar a água (em atraso) e tenho consulta de oftalmologia este mês (eu e o miúdo). 

 

 

 

Milagres financeiros

por Francisca, em 17.01.15

O marido precisou de cem euros meus. Eu, alma caridosa, emprestei. Somos um casal, mas contas são contas. Enquanto não me pagou não descansei. Falei nisso todos os dias. Sabem como é, há sempre aquela desculpa de "eu pago isto e aquilo". Não é desculpa, ele paga isto e aquilo. Cada um paga certas coisas cá em casa. E eu tenho noção que ele já me ajudou mais do que eu o ajudei. Gastava o meu dinheiro todo primeiro, que fazer? O dinheiro dele era logo a seguir. Ele não se importava, nem importa. Mas eu decidi acabar com isso este ano. Não quero andar sempre a pedir o dinheiro dele. Ou o nosso dinheiro. Este mês, foi a primeira vez que a situação se inverteu. Acho incrível. Fui eu que emprestei. Eu! Se soubessem a comédia que isto é... Ou milagre. Nunca paguei o dinheiro que pedi emprestado. Culpada! Ele nunca pediu e eu ia pagando outras coisas. Mas eu não sou como ele. Eu peço. Pedi. Ele, em vez de transferir, levantou e deu-me dinheiro vivo. Cinco notas de vinte. Erro grave. Eu não posso ter dinheiro na carteira. Estou a rezar a todos os santinhos para não me dar uma coisa qualquer até segunda-feira, dia em que vou até ao banco fazer um deposito. Vou, não vou? 

Como organizo as refeições e o dinheiro do supermercado?

por Francisca, em 09.01.15

Antes de começar o plano de poupança, fazia as compras do supermercado no final do mês. Comprava imensas coisas, acaba por estragar alguma fruta e legumes. E acumular vários produtos. Agora faço as compras semanalmente. Aproveito as promoções de produtos que uso regularmente.

 

O objectivo é não passar os sessenta euros por semana. Totaliza duzentos e quarenta euros por mês. Somos quatro em casa. Três adultos (eu, marido e sogro) e um bebé com dez meses. Antes, o valor gasto era sempre superior. Gastávamos o saldo dos dois cartões tickets, mais algum do nosso ordenado. Não sei como vai correr este mês, mas adianto que só temos oitenta euros no cartão. E também já gastámos dinheiro do nosso ordenado: passagem de ano e o meu aniversário.

 

As verdadeiras mudanças: antes, fazia duas a três vezes bolos por semana. Passei a fazer uma vez. Antes comia carne todos os dias. Passei a comer pratos de legumes uma a duas vezes por semana, intercalo com peixe. Também estou a optar por pratos de tabuleiro (bacalhau com natas, empadão, gratinados), rende mais. Tenho todos os dias sopa pronta no frigorífico. Sempre fiz um menu equilibrado e diversificado. São poucas as vezes que as receitas se repetem lá em casa. Agora dou uso a todas as revistas de receitas que comprei no passado.

 

As coisas que podiam mudar: fazer as papas e os iogurtes para o meu filho na Bimby, fazer iogurtes para o resto da família na Bimby, fazer manteiga na Bimby, não deixar estragar tanta comida/fruta, ter paciência para fazer rissóis, empadas e croquetes e congelar para eventuais refeições. 

Parece que começa hoje

por Francisca, em 01.01.15

Durante o ano de 2014 fui colocando num pote alguns papéis com o que me fez feliz. Hoje abri o pote e estive a ler os ditos papéis. Tão bom olhar para 2014 e ver que vivi, o que vivi.

 

Separei por categorias. Família, lugares onde fui, metas alcançadas, bens materiais adquiridos que queria há muito tempo. Digamos que foi um ano positivo em relação a emoções familiares. Lugares onde fui? Um lugar. Um! Bens materiais comprados? Abusei da sorte. Não é motivo de orgulho, pelo contrário. Dinheiro desperdiçado. Contudo, olho para os bens que comprei e garanto que estão a ter o uso devido. Todos os dias. Não foram colocados de parte, nem esquecidos numa gaveta. Estou a falar de objectos caros. Futilmente caros. Podia muito bem viver sem eles, mas não era a mesma coisa.

 

O que preciso de mudar em 2015? Conhecer novos lugares. Ir a concertos, teatro, cinema. Sair do país. Existem inúmeras actividades gratuitas, exposições, feiras. Nunca viajei, acreditam? Nunca senti o cheiro de outra capital. Adorava passar umas férias de verão em grande, do género tudo pago, só comer, dormir, mergulhar e ler. Preciso de ganhar coragem e preparar uma viagem. Nem que seja só um fim-de-semana grande.

 

O pote está vazio, pronto para ficar recheado de vida. Começa hoje! Vocês também fazem este tipo de coisas ou têm uma boa memória?

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