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Ainda Tem Etiqueta

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Vou mudar de casa e estou em pânico

por Francisca, em 26.03.15

Como tinha contado antes, andava a comprar casa mas devido a falta de verbas para avançar com a compra a casa acabou por ser vendida por alguém com dinheiro. Normal. Desistimos da compra e começámos a procurar outra casa para comprar. Entretanto, as coisas estão a andar, pois a casa é financiada pelo banco, então as coisas são um bocadinho mais rápidas (só que não!). Entre um período e outro andávamos a procurar casa para arrendar porque tínhamos de sair desta casa onde estamos actualmente. Problemas atrás de problemas. Casas na zona não existem t3. E como vivo com o meu sogro, a ideia era um t3. Pensámos muar de terrinha. O que ia dar cabo da minha vida, hábitos, rotina e dinheiro. Foi colocada outra opção em cima da mesa. Uma soluçção que nos deixa triste mas tem mesmo de ser. O sogro terá de ir para casa de ouro filho enquanto não compramos casa ou arranjamos outro t3. Hoje de manhã fomos ver um t2, chega bem para mim, marido e filho. Não é a melhor casa do mundo, mas foi a renda mais barata que encontrámos no lugar onde queremos. Está a ser uma correria, tenho uma casa inteira para colocar dentro de caixa e uma vontade enorme de chorar e desaparecer. Mais dinheiro em contratos de água e luz. Para além disso, a casa é antiga, não tem electrodomesticos nem guarda-roupa. Lá vou ter de ir ao ikea. Não pensem que a gastadora está feliz com isto tudo. Não estou. Pelo contrário. 

Tarefas, dicas e futilidades

por Francisca, em 02.02.15

Pode até ser estranho o que vou dizer mas não sinto diminuição na minha vontade em poupar dinheiro. Estou cheia de vontade e de ideias. Vou começar a destralhar a valer. OLX espera por mim. Uma câmara fotográfica, uma câmara de filmar, botas, livros, portátil, iPhone 4s desbloqueado. Será que consigo vender pelo menos metade? Sempre seria dinheiro extra no orçamento. A esperança é a última a morrer.

 

Para esta semana já tenho as refeições programadas e os looks definidos. Poupo imenso tempo assim. Tenho uma aplicação muito porreira para os looks. Tiro foto às roupas e coloco no calendário. A aplicação faz as estatísticas das vezes que uso a peça X ou Y! E fica tudo registado. Acho engraçado, fico com a noção de tudo o que uso. Também posso adicionar looks de celebridades como inspiração para looks no futuro. A aplicação chama-se Stylebook. Esta aplicação é paga, existe grátis outra versão, a aplicação Stylicious. São pequenas futilidades que me dão ânimo e de alguma forma ajudam esta batalha.

100% Grátis

por Francisca, em 22.01.15

Uma pequena partilha. A revista Tentações (sai com a Sábado) traz como tema de capa 30 Sugestões de coisas que podemos fazer em Lisboa e no Porto sem gastar um tostão. 

 

Às vezes, viver não custa. 

Jantar rentável

por Francisca, em 21.01.15

O que uma pessoa faz para ter um livro novo com receitas para a Bimby. Ouvi dizer que saiu um livro novo para os utilizadores da Bimby TM5. Para ganhar o livro preciso de reunir duas pessoas amigas para uma demonstração. Está feito. Eu sou dessas: Faço qualquer coisa (exagerada!) por um livro novo. Na verdade, não me custa muito. Dou um jantar fantástico e ainda incentivo alguém a comprar o melhor robot de cozinha de sempre. A minha agente já me enviou os ingredientes. Pois, ninguém dá nada a ninguém. Nós pagamos os ingredientes que eles pedem, damos o espaço, a Bimby, luz, água, as amigas, os contactos… O que ganhamos? Um livro! Só me vou dar ao “trabalho” porque sei que as minhas amigas querem mesmo ver a Bimby trabalhar e porque o livro é exclusivo para demonstrações. O livro conta com 30 sopas, 30 pratos principais e 30 sobremesas. E diz que são receitas saudáveis.

Como organizo as refeições e o dinheiro do supermercado?

por Francisca, em 09.01.15

Antes de começar o plano de poupança, fazia as compras do supermercado no final do mês. Comprava imensas coisas, acaba por estragar alguma fruta e legumes. E acumular vários produtos. Agora faço as compras semanalmente. Aproveito as promoções de produtos que uso regularmente.

 

O objectivo é não passar os sessenta euros por semana. Totaliza duzentos e quarenta euros por mês. Somos quatro em casa. Três adultos (eu, marido e sogro) e um bebé com dez meses. Antes, o valor gasto era sempre superior. Gastávamos o saldo dos dois cartões tickets, mais algum do nosso ordenado. Não sei como vai correr este mês, mas adianto que só temos oitenta euros no cartão. E também já gastámos dinheiro do nosso ordenado: passagem de ano e o meu aniversário.

 

As verdadeiras mudanças: antes, fazia duas a três vezes bolos por semana. Passei a fazer uma vez. Antes comia carne todos os dias. Passei a comer pratos de legumes uma a duas vezes por semana, intercalo com peixe. Também estou a optar por pratos de tabuleiro (bacalhau com natas, empadão, gratinados), rende mais. Tenho todos os dias sopa pronta no frigorífico. Sempre fiz um menu equilibrado e diversificado. São poucas as vezes que as receitas se repetem lá em casa. Agora dou uso a todas as revistas de receitas que comprei no passado.

 

As coisas que podiam mudar: fazer as papas e os iogurtes para o meu filho na Bimby, fazer iogurtes para o resto da família na Bimby, fazer manteiga na Bimby, não deixar estragar tanta comida/fruta, ter paciência para fazer rissóis, empadas e croquetes e congelar para eventuais refeições. 

Sempre que passa mais uma semana

por Francisca, em 05.01.15

Serve a segunda-feira para contar como correu mais uma semana. Avanço, muito positiva. 

 

Na noite de passagem de ano recebi dois amigos. Fiz compras no supermercado mas dividimos a despesa. Foram cem euros para cinco pessoas, vinte a cada um. Camarão, amejoa, paté de atum, dois pratos principais, sangria de champanhe de morango, creme de alho francês, pão, vinho, champanhe, sumo, café, bolo de chocolate com creme de leite condensado. Sobrou imensa comida, para a próxima já sei. Com isso, fiquei com imensa comida e café em casa. Hoje voltei a ir às compras, a ideia é gastar sessenta euros por semana. Hoje precisei de gastar setenta, por causa das fraldas e leite do miúdo. Mas mesmo assim, costumo estender-me mais porque ia às compras sem um plano. Agora até levo os sacos ecológicos. São uns cêntimos, mas não interessa. E para as refeições, faço mais pratos de tabuleiro. Rende mais. 

 

Durante o fim de semana só fui visitar a minha irmã e o meu sobrinho. Não saí de casa para mais lado nenhum. Estava muito frio. Preferi ficar a brincar com o miúdo, a ler um livro, a ver filmes. Não senti qualquer tipo de ansiedade. Um dia falarei com pormenor sobre isso.

 

Amanhã é o meu aniversário. A melhor amiga Raquel vai levar-me a passear até ao Guincho, reservou um restaurante com vista para o mar. Pedi-lhe para escolher um restaurante razoável por causa do preço, pois gostava de pagar o almoço, mas ela disse que estou por conta dela. Com amigas assim, não preciso de mais nada. Antes vamos a uma exposição em Cascais, a exposição do Bryan Adams. O preços dos bilhetes não são caros, mas depois conto tudo. À tarde, vamos passear para o Chiado. E aí, vou estar à prova mais uma vez. Contudo, estou muito decidida em continuar sem fazer compras. 

 

Espero sinceramente que o dia de amanhã não me estrague as contas. Vai ser o primeiro ano sem roupa nova no dia do aniversário. Não quero desculpar-me com "também mereço", "é só um presente para mim". Regresso a casa no final do dia sem compras, querem apostar? 

 

Ah, consegui vender quatro livros. Estou a vender alguns livros a cinco euros cada. Sempre são mais uns trocos para o mealheiro. Um dia coloco aqui alguns dos livros, pode ser que haja alguém interessado, não é verdade?

 

Viver sem televisão por cabo

por Francisca, em 03.01.15

Domingo, amanhã dia 4 de Janeiro, estreia a série da BBC chamada "O Paraíso". Pelas 22.30, na RTP2, vamos poder ver uma série inspirada no livro "O Paraíso das Damas" de Émile Zola, sobre os primeiros grandes armazéns ingleses. Mas não é só isso, é muito mais. Ao contrário do que acontece no livro, a história passa-se no nordeste inglês.

Depois de ler a sinopse fiquei super entusiasmada com esta estreia. Não conhecia, nunca tinha ouvido falar, mas como sou admiradora de Émile Zola não podia ignorar. Estou em pulgas para ver os trapos, a fotografia, o pano de fundo. 

Sempre que encontrar pérolas, provas que é possível viver sem televisão por cabo, faço questão de partilhar. 

 

Denise é uma jovem que, após a morte do pai, vai para Londres, onde arranja um emprego na loja conhecida como The Paradise, de propriedade de John Moray, um visionário que consegue influenciar a jovem, abrindo-lhe a mente para as transformações que o mundo está a sofrer. Mas o seu comportamento gera preocupação por parte dos seus subordinados, entre eles, Dudley, o seu braço direito, e a Sra. Audrey, responsável pelo departamento feminino.

 

Tenho um serviço de televisão por cabo, com internet rápida e telefone. O telefone não uso. Sem internet não é possível viver. E sem televisão por cabo? É isso que quero descobrir. 

Uma semana após receber o ordenado

por Francisca, em 29.12.14

Não contente, fui meter-me noutro centro comercial para uma ida ao cinema. No mesmo dia em que os saldos davam ar de sua graça. De vouchers novamente na mala. Assim que cheguei fui direitinha ao cinema comprar os bilhetes. No dia anterior, tinha aberto um mealheiro depenado com catorze euros, não mexi no meu orçamento para os bilhetes. Com uma hora para passear antes do filme, espreitei várias lojas.

 

Não costumo entrar na Tezenis, mas um íman puxou-me para dentro da loja e fez-me agarrar em três camisolas de algodão, duas calças de bom material, tudo com 50% desconto! Peças que precisava obrigatoriamente no meu armário, sobretudo por causa do preço! Histérica, meti-me na fila para pagar. Tinha duas pessoas à minha frente. Bem-ditas pessoas, consegui pensar duas vezes antes de chegar à caixa de pagamento. “Não preciso, foge!”. Arrumei tudo no lugar e saí da loja. As camisolas eram giras giras giras. Juro. A minha conta seria de cinquenta euros. Não foi. Os cinquenta euros ficaram na minha conta.

 

Depois do cinema, fui espreitar a feira com livros junto ao metro do Oriente. Conhecem? Começo a ver as capas, só autores que ainda não tinha lido, preços desde sete euros, bem mais caros no site da Fnac. Agarrei em sete livros. Depois seleccionei quatro. No final, não levei nenhum. Milagre, cantem aleluia. Eu nem me reconheço. A minha irmã Alexandra ainda olhou para mim para ver se estava com febre, mas parecia orgulhosa.

 

Todavia, comprei um candeeiro novo para a mesa-de-cabeceira. O antigo partiu-se. Também comprei um carregador de pilhas. Fartei-me de comprar pilhas todos os meses para a câmara fotográfica. Era uma fortuna em pilhas. Extras necessários. Nada de futilidades ou coisas repetidas.

 

Do ordenado meti duzentos euros de parte. Fiquei com cerca de duzentos para gastar após pagar as despesas. Cmm isto, tenho cerca de cento e cinquenta para as próximas três semanas. Não esquecer, tenho o meu aniversário à porta. E o aniversário da sobrinha. 

 

Esta semana não volto a entrar  em nenhum centro comercial. Os festejos da passagem de ano vão ser em casa. Uma festa simples, no quentinho. 

 

Pensar positivo. Janeiro é longo, mas na verdade uma semana já passou. Para mim. 

Reacções da família e amigos

por Francisca, em 23.12.14

 

 

Quando conto aos meus amigos o que vou fazer em 2015 ninguém me dá muita credibilidade. Aumenta a pressão e a vontade de conseguir surpreendê-los.

 

Já pedi ajuda à melhor amiga, ela garantiu-me que vai ajudar-me. Troco roupa por comida, disse-me. Pedi-lhe para não me deixar de lado nos passeios à conta da minha mudança radical. Ela riu-se, como é que vou conseguir ir a um centro comercial sem gastar dinheiro? O meu amigo Costa acha que é uma mudança extremamente radical. Nem uma ponta de fé tem em mim. Deixa-me triste. Ele acha que o facto de eu ser mãe também não abona em meu favor. Eu acho que abona e muito. Vou passar mais tempo com o meu filho. Dedicar-me a ele, fazer actividades giras, criar, inventar. Vai ser giro. O Ângelo diz que fica com o meu cartão de crédito caso eu tenha uma vontade súbita de gastar dinheiro. O Gouveia disse logo que eu não conseguia, mas que era um bom objectivo. A minha irmã Alexandra riu-se. Acho que as únicas pessoas que acreditam neste projecto sou eu e a minha sombra. Obrigadinha.

 

Eu sei que não vai ser fácil. Pelo contrário. Vou sofrer crises de ansiedade devido à vontade louca de comprar uma peça de roupa nova. Soa a histerismo escrever isto assim, mas acho que muitas mulheres vão entender-me. Vão, não vão?

 

Hoje recebi o ordenado de Janeiro. Começa a minha mega aventura! Janeiro tem trinta e um dias. Não são dias a mais? Dois aniversários. O meu e da minha sobrinha mais velha. Pensar numa prenda modesta. Tenho um vale de desconto para gastar numa loja de roupa de criança. Entretanto, desisti de festejar o meu aniversário. Vou só almoçar com a melhor amiga e fazer um jantar mais especial em casa. Chega muito bem. São trinta anos. Com certeza que arranjo um vestido ainda com etiqueta no fundo do armário. Ou talvez peça uma prenda Zara. Prendas vale. Um dia de cada vez. Respirar fundo.

 

Vocês estão comigo, não estão? Digam que sim. 

Aquela despesa desnecessária

por Francisca, em 22.12.14

Quanto tempo adiamos o cancelamento daquela assinatura que não faz falta nenhuma?

 

Reuni todas as despesas fixas à minha frente. Cheguei à conclusão que a assinatura de uma revista semanal é completamente desnecessária no meu orçamento. Sobretudo, porque nunca leio a dita revista. Juro. Um desperdício enorme. Ela chega todas as quintas-feiras, acabo por dar uma vista de olhos na secção de literatura, e nunca mais pego nela. Ou quando pego, as notícias estão desactualizadas e já tenho outra revista nova na caixa de correio. Pagava 29.90€ euros de três em três meses, com oferta de outra revista mensal. Só recebi um exemplar da revista mensal, não sei onde estão as outras que prometeram oferecer. Hoje decidi ligar para a empresa para cancelar a assinatura. Foi bastante fácil e cómodo. Antes assim. Pensava que tinha de enviar uma carta registada. Para além, disso vão enviar-me novamente a revista mensal.

 

A dita revista da assinatura existe na Biblioteca da vila onde moro. Posso consultar sempre que quiser. A Biblioteca fica a dois passos do meu local de trabalho. Para quê insistir, não é verdade? Estupidez agravada, acabo por comprar outra revista de maior preferência a um preço superior. Não leio a revista da assinatura, mas leio a outra. Eu disse que era consumista.

 

Optar pelas assinaturas em vez da compra sistemática é uma vantagem, existem descontos e algumas campanhas porreiras.

Fiz bem, não fiz? Sempre são mais trinta euros que vou poder poupar.

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